O TÍTULO, LIBERDADE EM UM IDIOMA UNIVERSAL, EXPRESSA EXATAMENTE O OBJETIVO DESTE BLOG. POESIA, ARTE, LITERATURA EM GERAL, ONDE ME VALHO DE TODAS AS FORMAS DE EXPRESSÃO PARA CHEGAR ATÉ VOCÊS DE MANEIRA AGRADÁVEL E VERDADEIRA.
Nascer do sol
segunda-feira, 29 de março de 2010
Soneto da Saudade
(Soneto nº 01)
Procurando teu rosto na memória
Me perdi nas lembranças do passado
Quando vivi mil momentos de glória
Quando fui muito feliz ao teu lado
No doce afã de rever a tua face
Busquei-te no recanto mais profundo
Onde minh’alma guardou o nosso enlace
Como o dia mais ditoso neste mundo
Assim como uma dádiva do céu
Incontinente os meus olhos abri
Vislumbrando tua sombra sob um véu
Num ímpeto de abraçar-te, corri
Lancei-me desesperada ao léu
Joguei-me em teus braços e adormeci.
Fátima Almeida
22/03/10
sexta-feira, 12 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
UMA MADRUGADA CHUVOSA...
Lava Senhor, lava!
A sujeira de toda a terra
A impureza da humanidade
A maldade que impera
O orgulho que corrói.
Lava Senhor, lava!
Os corações desalmados
As mentes degeneradas
As mãos que não sabem dar
O corpo que se destrói.
Lava Senhor. Lava!
Porque Sois o Poderoso
Sois o Pai, tão Generoso
Sois a Luz, Sois o Amor
Sois a Vida, a Justiça
Lava Senhor, a cobiça
Mas ampara o sofredor.
(Fátima Almeida)
sexta-feira, 5 de março de 2010
CINCO GAROTOS E UM DESTINO
Era uma vez... Cinco garotos e um destino.
Bem que poderíamos assim começar a história deste grupo.
Como todos os garotos, tinham sonhos, ideais e como bem poucos, a disposição e a coragem de batalhar pelo que queriam da vida.
Desse modo, na cidade paulista de Guarulhos, cinco rapazes reuniram-se, atraídos pelos mesmos sonhos e talentos e por algo mais que só algum tempo depois foi revelado. Compartilhariam também o mesmo destino.
UTOPIA (sonho, fantasia) era o nome do grupo musical. Não era muito condizente com o estilo que apresentavam. Humor, brincadeiras e muita descontração era o que na realidade se encontrava nos shows realizados com empenho e determinação para os poucos fãs que freqüentavam o bar onde tocavam.
Um dia, quando a “viagem de retorno” começava a ser traçada, um produtor independente viu, ouviu, gostou e resolveu investir no grupo que já lançou o primeiro sucesso sob outra denominação.
Daí para o auge foi um salto. A “meteórica carreira” como foi chamada pela imprensa, decolou com as turbinas de um Boeing. Foram sete meses de lançamentos, centenas de shows e quase dois milhões de discos vendidos. Muita pressa, muita adrenalina. Virou loucura mesmo. Era a consagração, a glória.
Muita imaginação, talento, irreverência. Talvez esse tenha sido o segredo de tanto sucesso junto ao público infanto-juvenil. Normas sociais rompidas, quebra de tabus e preconceitos. Aos baixinhos ensinavam a viver como crianças que eram e aos adultos faziam reviver momentos da infância às vezes reprimida.
E certo dia, após um show... A tragédia! Compromissos pretéritos os uniram na vida e na morte. Assim os ocupantes daquele Jatinho compareceram ao encontro marcado para 02 de março de 1996, na Serra da Cantareira. Abriu-se então às 23h15min, um portal gigante para o além e se foram os cinco protagonistas da nossa história, fazer seus shows, alegrando mais vidas, em outra dimensão. Aqui já tinham cumprido o último contrato!
Qualquer semelhança não é mera coincidência!
Fátima Almeida (03 de março de 1996)
Era uma vez... Cinco garotos e um destino.
Bem que poderíamos assim começar a história deste grupo.
Como todos os garotos, tinham sonhos, ideais e como bem poucos, a disposição e a coragem de batalhar pelo que queriam da vida.
Desse modo, na cidade paulista de Guarulhos, cinco rapazes reuniram-se, atraídos pelos mesmos sonhos e talentos e por algo mais que só algum tempo depois foi revelado. Compartilhariam também o mesmo destino.
UTOPIA (sonho, fantasia) era o nome do grupo musical. Não era muito condizente com o estilo que apresentavam. Humor, brincadeiras e muita descontração era o que na realidade se encontrava nos shows realizados com empenho e determinação para os poucos fãs que freqüentavam o bar onde tocavam.
Um dia, quando a “viagem de retorno” começava a ser traçada, um produtor independente viu, ouviu, gostou e resolveu investir no grupo que já lançou o primeiro sucesso sob outra denominação.
Daí para o auge foi um salto. A “meteórica carreira” como foi chamada pela imprensa, decolou com as turbinas de um Boeing. Foram sete meses de lançamentos, centenas de shows e quase dois milhões de discos vendidos. Muita pressa, muita adrenalina. Virou loucura mesmo. Era a consagração, a glória.
Muita imaginação, talento, irreverência. Talvez esse tenha sido o segredo de tanto sucesso junto ao público infanto-juvenil. Normas sociais rompidas, quebra de tabus e preconceitos. Aos baixinhos ensinavam a viver como crianças que eram e aos adultos faziam reviver momentos da infância às vezes reprimida.
E certo dia, após um show... A tragédia! Compromissos pretéritos os uniram na vida e na morte. Assim os ocupantes daquele Jatinho compareceram ao encontro marcado para 02 de março de 1996, na Serra da Cantareira. Abriu-se então às 23h15min, um portal gigante para o além e se foram os cinco protagonistas da nossa história, fazer seus shows, alegrando mais vidas, em outra dimensão. Aqui já tinham cumprido o último contrato!
Qualquer semelhança não é mera coincidência!
Fátima Almeida (03 de março de 1996)
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