O TÍTULO, LIBERDADE EM UM IDIOMA UNIVERSAL, EXPRESSA EXATAMENTE O OBJETIVO DESTE BLOG. POESIA, ARTE, LITERATURA EM GERAL, ONDE ME VALHO DE TODAS AS FORMAS DE EXPRESSÃO PARA CHEGAR ATÉ VOCÊS DE MANEIRA AGRADÁVEL E VERDADEIRA.
Nascer do sol
Não basta admirar e exaltar a grandeza da natureza. É preciso cuidar para que ela permaneça bela e possa ser também apreciada pelas gerações futuras.
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
sábado, 12 de julho de 2008
MARIA DO SERTÃO
Maria cansada e triste
Desgrenhada, espera a sorte
Um dia já foi mais forte
Tanto que ainda resiste
Resiste o corpo, a alma esmorece,
A fome corrói-lhe as entranhas
.............em dor
No ventre o filho, que ela sabe carece
De tudo mesmo, não basta o amor.
O trabalho é árduo, humilhante até,
No chão tão seco, a sede consome
O pouco de energia
............que resta com a fé.
A fé que cura as doenças
A fé que retarda a agonia
A fé que a mantém de pé
A fé em nova alegria.
Mas o tempo não passa,
............ se arrasta....
E para a desgraça de Maria
O sol brilha mais forte
E a chuva que vinha pro norte
Não cai como se previa.
Chorar não mais adianta...
O suor já não poreja
E a dor... como um chicote....
...........lanceja.......
É o fim de uma vida?
É a reta final?
É o triste destino
De Maria de Tal.
Extraído do livro METAMORFOSE- Da Larva à Borboleta de Fátima Almeida
Desgrenhada, espera a sorte
Um dia já foi mais forte
Tanto que ainda resiste
Resiste o corpo, a alma esmorece,
A fome corrói-lhe as entranhas
.............em dor
No ventre o filho, que ela sabe carece
De tudo mesmo, não basta o amor.
O trabalho é árduo, humilhante até,
No chão tão seco, a sede consome
O pouco de energia
............que resta com a fé.
A fé que cura as doenças
A fé que retarda a agonia
A fé que a mantém de pé
A fé em nova alegria.
Mas o tempo não passa,
............ se arrasta....
E para a desgraça de Maria
O sol brilha mais forte
E a chuva que vinha pro norte
Não cai como se previa.
Chorar não mais adianta...
O suor já não poreja
E a dor... como um chicote....
...........lanceja.......
É o fim de uma vida?
É a reta final?
É o triste destino
De Maria de Tal.
Extraído do livro METAMORFOSE- Da Larva à Borboleta de Fátima Almeida
quinta-feira, 13 de março de 2008
NÃO GOSTE APENAS DO AMOR
Goste de alguém que te ame, alguém que te espere.Alguém que te compreenda mesmo nos momentos de loucura;De alguém que te ajude, que te guie;Que seja teu apoio, tua esperança, teu tudo.Goste de alguém que não te traia, que seja fiel,que sonhe contigo, que só pense em ti,que só pense no teu rosto, na tua delicadeza,no teu espírito;E não só no teu corpo, nem em teus bens.Goste de alguém que te espere até o final,de alguém que sofra junto contigo, que ria junto a ti,que enxugue tuas lágrimas;Que te abrigue quando necessário,que fique feliz com tuas alegrias e que te dê forças depois de um fracasso.Goste de alguém que volte pra conversar contigo depois das brigas, depois do desencontro.De alguém que caminhe junto a ti, que seja companheiro,que respeite tuas fantasias, tuas ilusões.Goste de alguém que te ame.Não goste apenas do amor.Goste de alguém que sinta o mesmo por ti.
Luiz Fernando Veríssimo
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
COMPLEXIDADE
A vida é assim:
Agente faz, desfaz, refaz
E nunca satisfaz.
Agente avança,cansa,descansa
E nem sempre alcança.
Agente implica,aplica,explica
E sempre complica.
Às vezes torna, retorna
E nunca contorna.
E o tempo corre,transcorre, decorre
E sempre percorre
O mesmo caminho, sozinho e...
Só encontra espinho.
A dor que volve, solve, sorve
Mas não absorve
Do pranto o desgosto, posto, transposto,
Que fica no rosto.
E as lágrimas caem, recaem,
E sempre contraem
Aquela tristeza, incerteza, fraqueza,
Coisas da natureza.
E as pessoas que crêem, vêm, também
E não encontram ninguém
Porque na lida da vida duvidam
Que haja uma ferida
Aberta em seu peito, um defeito, sem jeito
Mas guardam respeito.
E escutam a brisa, que frisa e reprisa
Mas não cicatriza
E assim é a vida, dolorida, sofrida,
De quem não tem medo, mas guarda segredo
De quem já cresceu e nunca esqueceu
Que ainda vive... o seu EU
Do livro METAMORFOSE – DA LARVA Á BORBOLETA, de Fátima Almeida
Agente faz, desfaz, refaz
E nunca satisfaz.
Agente avança,cansa,descansa
E nem sempre alcança.
Agente implica,aplica,explica
E sempre complica.
Às vezes torna, retorna
E nunca contorna.
E o tempo corre,transcorre, decorre
E sempre percorre
O mesmo caminho, sozinho e...
Só encontra espinho.
A dor que volve, solve, sorve
Mas não absorve
Do pranto o desgosto, posto, transposto,
Que fica no rosto.
E as lágrimas caem, recaem,
E sempre contraem
Aquela tristeza, incerteza, fraqueza,
Coisas da natureza.
E as pessoas que crêem, vêm, também
E não encontram ninguém
Porque na lida da vida duvidam
Que haja uma ferida
Aberta em seu peito, um defeito, sem jeito
Mas guardam respeito.
E escutam a brisa, que frisa e reprisa
Mas não cicatriza
E assim é a vida, dolorida, sofrida,
De quem não tem medo, mas guarda segredo
De quem já cresceu e nunca esqueceu
Que ainda vive... o seu EU
Do livro METAMORFOSE – DA LARVA Á BORBOLETA, de Fátima Almeida
sábado, 9 de fevereiro de 2008
A MASSA
A massa
Que prepara a massa
Não é a massa
Que amassa
A massa.
A massa
Que prepara a massa
Não é a massa
Que amassa
A massa.
A massa
Que envolve
A massa
Não é a massa
Que a massa
Desenvolve.
Somos a essência
Da massa
Que amassa
Envolve
E desenvolve
Com paciência.
Do livro METAMORFOSE – DA LARVA À BORBOLETA - de Fátima Almeida
A massa
Não é a massa
Que a massa
Desenvolve.
Somos a essência
Da massa
Que amassa
Envolve
E desenvolve
Com paciência.
Do livro METAMORFOSE – DA LARVA À BORBOLETA - de Fátima Almeida
PLATÃO EXPLICA
Apesar de ter certeza
que sou apenas um grão
de poeira cósmica
no seu universo
Queria que soubesse
que no meu universo
você é tão-somente
o todo.
Do livro METAMORFOSE – DA LARVA À BORBOLETA de Fátima Almeida
que sou apenas um grão
de poeira cósmica
no seu universo
Queria que soubesse
que no meu universo
você é tão-somente
o todo.
Do livro METAMORFOSE – DA LARVA À BORBOLETA de Fátima Almeida
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
SORRIA
Ei você!!! Sorria...
Mas não se esconda atrás desse sorriso...
Mostre aquilo que você é sem medo...
Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu...
Viva! Tente!
A vida não passa de uma tentativa.
Ei ame acima de tudo, ame a tudo e a todos.
Não feche os olhos para a sujeira do mundo... Não ignore a fome!
Procure o que há de bom em tudo e em todos.
Não faça dos defeitos uma distancia, e sim, uma aproximação...
Aceite a vida, as pessoas... Faça delas a sua razão de viver... Entenda!
Entenda as pessoas que pensam diferente de você (não as reprove).
Ei olhe...
Olhe a sua volta quantos amigos...
Você já tornou alguém feliz hoje,
Ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?
Ei, não corra.
Para que tanta pressa?
Corra apenas para dentro de você...
Sonhe!
Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.
Acredite!
Espere!Sempre haverá uma saída, sempre brilhara uma estrela.
Chore, lute!!!
Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você.
Ei ouça...
Escute o que as outras pessoas têm a dizer... É importante!!!
Suba... Faça dos obstáculos, degraus para aquilo que você acha supremo.
Mas não esqueça aqueles que não conseguem subir a escada da vida.
Ei descubra!!!
Descubra aquilo que há de bom dentro de você.
Procure acima de tudo ser gente... Eu também vou tentar.
Ei você...
Não vá embora.
Eu preciso dizer-lhe que...
Te adoro, simplesmente porque você existe!!!
Charles Chaplin
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
SORTE
Bebeu naquele bar e não pagou
Prometeu voltar prá casa e não cumpriu
Correu prá chegar cedo, se atrasou
Comeu, deitou na cama e não dormiu
Apostou na forte chuva, o sol abriu
Seu ônibus passou, ele não viu.
Deixou a porta aberta, o gato entrou,
Viu o peixe no aquário e comeu
Sonhou com um macaco e jogou,
Apostou no bicho e perdeu.
Prá mudar a sua sorte
Carecia reza forte
Muito mais que se imagina
Foi aí que ele encontrou
Uma jóia pequenina
Sob forma de menina
E seu destino mudou.
Não precisou mais correr
Ao bar, nunca mais voltou
Comeu, deitou e dormiu
Tudo se consertou
E nova vida surgiu.
Extraído do livro METAMORFOSE – DA LARVA À BORBOLETA – de Fátima Almeida
Prometeu voltar prá casa e não cumpriu
Correu prá chegar cedo, se atrasou
Comeu, deitou na cama e não dormiu
Apostou na forte chuva, o sol abriu
Seu ônibus passou, ele não viu.
Deixou a porta aberta, o gato entrou,
Viu o peixe no aquário e comeu
Sonhou com um macaco e jogou,
Apostou no bicho e perdeu.
Prá mudar a sua sorte
Carecia reza forte
Muito mais que se imagina
Foi aí que ele encontrou
Uma jóia pequenina
Sob forma de menina
E seu destino mudou.
Não precisou mais correr
Ao bar, nunca mais voltou
Comeu, deitou e dormiu
Tudo se consertou
E nova vida surgiu.
Extraído do livro METAMORFOSE – DA LARVA À BORBOLETA – de Fátima Almeida
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
SAUDADE
Hoje
Ao ouvir... sentir...
Uma música... um poema...
Tive saudades de mim
Saudades,
Muitas saudades,
De mim, de você,
De nós.
Do que fomos
E já não somos,
E eu nem sei como
Tanto tempo passou.
Eu passei
E nem senti.
Você passou...
Eu vi,
Mas nada pude fazer.
Extraído do livro METAMORFOSE - DA LARVA À BORBOLETA - de Fátima Almeida
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
CHUVAS DE PRIMAVERA
Estou só
Em meu mundo de solidão
Constante
Sinto-me vazia.
A noite avança,
O sol se esconde,
E como que querendo
Desabafar
As nuvens choram.
É deveras um quadro triste...
Lágrimas de despedida
Respingam no telhado,
E eu, como se quizesse
Consolar as nuvens,
Encho de tédio a minha vida
Tão cheia de mim.
São as últimas chuvas que nos restam
Últimas tais quais as minhas esperanças
De encontrar a felicidade.
Entretanto, depois das chuvas,
A primavera sorrirá.
Trará de volta o odor dos prados
E perfumará as flores silvestres
So no meu coração
Continuará o inverno.
Eternamente... o inverno.
Extraído do Livro METAMORFOSE - DA LARVA Á BORBOLETA - de Fátima Almeida
Em meu mundo de solidão
Constante
Sinto-me vazia.
A noite avança,
O sol se esconde,
E como que querendo
Desabafar
As nuvens choram.
É deveras um quadro triste...
Lágrimas de despedida
Respingam no telhado,
E eu, como se quizesse
Consolar as nuvens,
Encho de tédio a minha vida
Tão cheia de mim.
São as últimas chuvas que nos restam
Últimas tais quais as minhas esperanças
De encontrar a felicidade.
Entretanto, depois das chuvas,
A primavera sorrirá.
Trará de volta o odor dos prados
E perfumará as flores silvestres
So no meu coração
Continuará o inverno.
Eternamente... o inverno.
Extraído do Livro METAMORFOSE - DA LARVA Á BORBOLETA - de Fátima Almeida
sábado, 26 de janeiro de 2008
ROTINA
Fico sozinha.
A tristeza invade-me o peito cansado
Choro.
Minhas lágrimas não satisfazem a minha dor.
Canto.
Meu canto é triste, cheio de angústia.
Minha voz se cala.
O silêncio reina
Nem um pássaro canta.
Sem nenhum ruído
Adormeço sobre minhas lembranças
É noite...
Meu corpo descansa...
Minh'alma esquece.
Extraído do livro METAMORFOSE - DA LARVA À BORBOLETA - de Fátima Almeida
A tristeza invade-me o peito cansado
Choro.
Minhas lágrimas não satisfazem a minha dor.
Canto.
Meu canto é triste, cheio de angústia.
Minha voz se cala.
O silêncio reina
Nem um pássaro canta.
Sem nenhum ruído
Adormeço sobre minhas lembranças
É noite...
Meu corpo descansa...
Minh'alma esquece.
Extraído do livro METAMORFOSE - DA LARVA À BORBOLETA - de Fátima Almeida
ETICA
Fala a verdade menino,
Mentir é coisa indecente
Gente decente não mente
E se mente é por ser carente
Não poder dizer o que sente
Porque colocou na mente
Que decente é ser somente
Abafar a dor latente
Sufocar a inteligência
E como a maledicência
Não é nobre, que indecência!
Deixa só na consciência
A virtude da indulgência.
Mentir é uma inconsequência,
Um sinal de decadência!
Extraído do livro METAMORFOSE - DA LARVA À BORBOLETA - de Fátima Almeida
Mentir é coisa indecente
Gente decente não mente
E se mente é por ser carente
Não poder dizer o que sente
Porque colocou na mente
Que decente é ser somente
Abafar a dor latente
Sufocar a inteligência
E como a maledicência
Não é nobre, que indecência!
Deixa só na consciência
A virtude da indulgência.
Mentir é uma inconsequência,
Um sinal de decadência!
Extraído do livro METAMORFOSE - DA LARVA À BORBOLETA - de Fátima Almeida
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
AO MEU POETA
Ah! meu poeta!
Tantos anos te busquei
Tanto te vi
Em pessoas que afinal
Nada tinham pra se ver.
Tanto tempo passei
Esperando
Um príncipe encantado.
Foi isso,
Que me ensinaram a esperar.
E eu sentia o meu poeta!
Mas meu poeta nunca soube
Que eu o estava sentindo.
Tantas vezes pensei
Finalmente tê-lo encontrado.
Terrível engano.
Ou desengano?
Como eu amei o meu poeta!
Mas o meu poeta
Nunca imaginou sequer
Que eu existisse.
E hoje,
Quando deixei de te buscar,
Encontro, num certo LUGAR
CHAMADO LUZ,
A tua alma tão nua
Que esqueceste de guardar.
Extraído do livro METAMORFOSE- DA LARVA Á BORBOLETA - de Fátima Almeida
Tantos anos te busquei
Tanto te vi
Em pessoas que afinal
Nada tinham pra se ver.
Tanto tempo passei
Esperando
Um príncipe encantado.
Foi isso,
Que me ensinaram a esperar.
E eu sentia o meu poeta!
Mas meu poeta nunca soube
Que eu o estava sentindo.
Tantas vezes pensei
Finalmente tê-lo encontrado.
Terrível engano.
Ou desengano?
Como eu amei o meu poeta!
Mas o meu poeta
Nunca imaginou sequer
Que eu existisse.
E hoje,
Quando deixei de te buscar,
Encontro, num certo LUGAR
CHAMADO LUZ,
A tua alma tão nua
Que esqueceste de guardar.
Extraído do livro METAMORFOSE- DA LARVA Á BORBOLETA - de Fátima Almeida
CONSTRUÇÃO
Pedra sobre pedra,
Barro entre elas.
E entre as pedras,
E entre o barro,
O suor
Como agente de ligação.
Mãos sujas, vazias.
Estômago também vazio.
Cabeça cheia,
De problemas.
Coração também cheio,
De esperanças.
No olhar inquieto,
A carência
A ausência
De motivação
De emoção.
A presença
Constante,
Da rotina.
Extraído do livro METAMORFOSE - DA LARVA À BORBOLETA - de Fátima almeida
Barro entre elas.
E entre as pedras,
E entre o barro,
O suor
Como agente de ligação.
Mãos sujas, vazias.
Estômago também vazio.
Cabeça cheia,
De problemas.
Coração também cheio,
De esperanças.
No olhar inquieto,
A carência
A ausência
De motivação
De emoção.
A presença
Constante,
Da rotina.
Extraído do livro METAMORFOSE - DA LARVA À BORBOLETA - de Fátima almeida
MOVIMENTO
Deslizei, caí
Escalei, subi
Encontrei asas, voei
Qual gaivota, planei
Amei, sonhei
Chorei, sorri
Perdi, ganhei
Fiquei, parti
Se fui feliz?
Não sei...
Se magoei,
Desculpe,
Nem senti.
Extraído do livro METAMORFOSE - DA LARVA Á BORBOLETA - de Fátima Almeida
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