Nascer do sol

Nascer do sol
Não basta admirar e exaltar a grandeza da natureza. É preciso cuidar para que ela permaneça bela e possa ser também apreciada pelas gerações futuras.
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terça-feira, 28 de abril de 2009

Cada Dia
"Em tempo algum,
não digas que não podes ser útil.
Faze de cada dia um poema de fé.
Podes ser a esperança dos que jazem na angústia.
Uma frase de luz ergue os irmãos caídos.
Terás, quando quiseres,a prece que abençoa.
Para espalhar o bem,basta o apoio de Deus."        
Emmanuel

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

TUDO É AMOR
Vida - É o Amor existencial.
Razão - É o Amor que pondera.
Estudo - É o Amor que analisa.
Ciência - É o Amor que investiga.
Filosofia - É o Amor que pensa.
Religião - É o Amor que busca Deus.
Verdade - É o Amor que se eterniza.
Ideal - É o Amor que se eleva.
Fé - É o Amor que se transcende.
Esperança - É o Amor que sonha.
Caridade - É o Amor que auxilia.
Fraternidade - É o Amor que se expande.
Sacrifício - É o Amor que se esforça.
Renúncia - É o Amor que se depura.
Simpatia - É o Amor que sorri.
Altruísmo - É o Amor que se engrandece.
Trabalho - É o Amor que constrói.
Indiferença - É o Amor que se esconde.
Desespero - É o Amor que se desgoverna.
Paixão - É o Amor que se desequilibra.
Ciúme - É o Amor que se desvaira.
Egoísmo - É o Amor que se animaliza.
Orgulho - É o Amor que enlouquece.
Sensualismo - É o Amor que se envenena.
Vaidade - É o Amor que se embriaga.
Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do Amor,
não é senão o próprio Amor que adoeceu gravemente.
André Luiz
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

"Em qualquer dificuldade com as relações afetivas é preciso lembrar que toda criatura humana é um ser inteligente em transformação incessante, e, por vezes, a mudança das pessoas que amamos não se verifica na direção de nossas próprias escolhas. "

André LuizPsicografia de Francisco C.Xavier.
Livro: Sinal Verde.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Uma mensagem de conforto!!!!!

Isso também passará...
Chico Xavier conta que, num de seus dias de profunda amargura, solicitou ao Benfeitor espiritual que levasse o seu pedido de socorro à Maria de Nazaré, para que ela o consolasse, já que seus problemas eram graves. Após alguns dias o Benfeitor retornou dizendo-se portador de um recado da Mãe de Jesus.Chico imediatamente pegou papel e lápis e preparou-se para anotar.- Pode falar, tomarei nota de cada palavra.Emmanuel, benfeitor atencioso, falou-lhe:- Anote aí Chico, Maria me pediu para que trouxesse o seguinte recado:"Isso também passará". Ponto final.Chico tomou nota rapidamente e perguntou ao Benfeitor: só isso? E ele respondeu enfatizando: é Chico, a Mãe Santíssima pediu-me para dizer-lhe que isso também passará.Como Chico Xavier, muitos de nós, quando visitados pela dor, gostaríamos de receber uma mensagem individual de consolo.Pensando que fomos esquecidos pela divindade, rogamos que nos seja concedida uma deferência especial por parte dos benfeitores espirituais.Todavia, Deus tudo sabe e tudo vê. Nada acontece sem Seu consentimento, basta que depositemos confiança em Suas soberanas leis.Todas as coisas, na Terra, passam...Os dias de dificuldades, passarão...Passarão também os dias de amargura e solidão...As dores e as lágrimas passarão.As frustrações que nos fazem chorar... um dia passarão.A saudade do ser querido que se vai na mão da morte, passará.Os dias de glórias e triunfos mundanos, em que nos julgamos maiores e melhores que os outros... igualmente passarão.Essa vaidade interna que nos faz sentir como o centro do universo, um dia passará.Dias de tristeza... Dias de felicidade... São lições necessárias que, na Terra, passam, deixando no espírito imortal as experiências acumuladas.Se hoje, para nós, é um desses dias repletos de amargura, paremos um instante.Elevemos o pensamento ao Alto e busquemos a voz suave da Mãe amorosa a nos dizer carinhosamente: isso também passará...

terça-feira, 16 de dezembro de 2008



"Através da violência você pode matar um assassino,
mas não pode matar o assassinato.
Através da violência você pode matar um mentiroso,
mas não pode estabelecer a verdade.
Através da violência você pode matar uma pessoa odienta,
mas não pode matar o ódio.
A escuridão não pode extinguir a escuridão. Só a LUZ pode."
Martin Luther King

Uma mensagem linda que recebi da minha amiga LiLy/Penélope.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008


A HISTÓRIA DO CONVIDADO DE NATAL

Aconteceu um dia, num Natal já passado,
Dois vizinhos visitaram um amigo ao lado.
Entrando em sua pobre e humilde morada,
A encontraram lindamente decorada.

E o amigo sentado com os olhos brilhantes,
De repente parou de enfeitar por um instante,
E disse:” meus amigos, hoje de madrugada,
Quando a manhã pelo galo era anunciada,

Num sonho vi o Senhor que me dizia:
“Hoje o visitarei e lhe farei companhia.
Então sobremaneira tenho estado ocupado,
Na minha casa quero ver tudo decorado.

A mesa está posta e a chaleira polida,
Nos lindos enfeites a luz é refletida.
E agora esperarei o Senhor, não vou dormir
Vou prestar bastante atenção para poder ouvir
Os seus passos quando Ele se aproximar,
E ao abrir a porta seu rosto vou contemplar.

Os dois então partiram e deixaram o amigo,
Pois desde que sua família tinha falecido,
Mais feliz que isto não podia estar.
Pois antes o Natal não conseguia desfrutar.

Mas com o Senhor como convidado de Natal,
É melhor ficar atento, com atenção especial,
E a cada barulho se levantava sem vacilar.
Um Natal melhor não dava para imaginar.

E esperando para ver o Senhor lá fora,
Ouviu um ruído e correu para a janela na hora,
E tentando disfarçar a sua decepção,
Viu sobre a neve que cobria o chão...

Um mendigo maltrapilho de sapatos gastos,
Com roupas puídas e remendos crassos.
Com pena correu para a porta comovido,
E disse: “seus pés devem estar gelados e feridos.
Tenho sapatos aqui em casa para lhe dar,
E também um casaco para lhe agasalhar.”

Muito agradecido o pobre homem foi embora.
Nosso amigo ao ver como passavam as horas,
Imaginava porque o Senhor estaria tão atrasado,
E quanto mais teria que esperar seu convidado.
Ouviu então umas batidas e para a porta correu,
Mas também não era nenhum conhecido seu,
Uma velhinha corcunda, com um cachecol usado.
Levando nas costas um feixe de lenha pesado.

Ela pediu um lugar para descansar um bocado,
Mas já estava reservado para o grande convidado.
Seu rosto parecia implorar: ”não me mande embora.
É noite de Natal, preciso descansar agora.”

Então, ele fez-lhe uma tigela de sopa bem quente.
E disse: “vamos, sente-se à mesa e se alimente”.
Mas quando ela foi embora, ele meio desesperado,
Notou que já era tarde e o tempo já havia passado.

O Senhor não tinha vindo como havia dito.
Pensou: “com certeza houve um mal-entendido”.
Na quietude da noite, ouviu ele, alguém gritou:
“Por favor, me ajude e me diga onde estou!”
Embora decepcionado naquela noite fria,
Não deu lugar a tristeza e foi ver quem batia.

Era só uma menina que tinha se perdido,
Longe de sua família não sabia aonde tinha ido.
De novo o pobre homem ficou desanimado,
Mas sabia que a menina precisava de cuidados.

Falou com ela e suas lágrimas então limpou,
A deixou tranqüila e logo a consolou,
E depois foi com ela ate a sua moradia.
Mas ao voltar pra casa uma coisa ele sabia:

O Senhor com certeza nesta data já não vem
E o próximo natal é só no ano que vem.
Então foi para o seu quarto e de joelhos orou.
Disse: “querido Senhor por que demorou?

O que O impediu de me fazer uma visita?
Pois eu queria tanto ver sua face bonita.”
E na quietude da noite uma voz então disse:
“Erga a cabeça, Eu prometeria se não cumprisse?

Três vezes a minha sombra esteve na sua morada,
Três vezes bati à sua porta nesta noite gelada.
Eu era o mendigo cansado de quem você cuidou
Eu era a mulher a quem você alimentou
E eu era a criança perdida que você ajudou.

Adaptado por Helen Steiner Rice de uma antiga lenda alemã.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008



(Meimei -Chico Xavier)


Diante do bolo iluminado, abraças, feliz, os entes amados que chegaram de
longe... ouves a música festiva que passa, de leve, por moldura de harmonia
às telas da natureza... Entretanto, quando penetrares o templo da oração,
reverenciando o Mestre que dizes amar, mentaliza o estábulo pobre.

Ignoramos de que estrela estaria chegando o Sublime Renovador, mas
todos sabemos em que ponto da Terra começou ele o apostolado divino.

Recorda as mãos fatigadas dos tratadores de animais, os dedos calosos
dos homens do campo, o carinho das mulheres simples que lhe ofertaram
as primeiras gotas do próprio leite e o sorriso ingênuo dos meninos
descalços que lhe receberam do olhar a primeira nota de esperança.

Lembra-te do Senhor, renunciando aos caminhos constelados de luz para
acolher-se, junto dos corações humildes que o esperavam, dentro da noite,
e desce também da própria alegria, para ajudar no vale dos que padecem..

Contemplarás, de alma surpresa, a fila dos que se arrastam, de olhos
enceguecidos pela garoa das lágrimas. Ladeando velhinhos que tossem ao
desabrigo, há doentes e mutilados que suspiram pelo lençol de refúgio na
terra seca. Surgem mães infelizes que te mostram filhinhos nus e crianças
desajustadas para quem o pão farto nunca chegou.

Trabalhadores cansados falam do abandono e jovens subnutridos se
referem ao consolo da morte...

Divide, porem, com eles o tesouro de teu conforto e de tua fé e, nos
recintos de palha e sombra a que te acolhes, encontrarás o Cristo no
coração, transfigurando-te a vida, ao mesmo tempo que, nos escaninhos da
própria mente, escutarás, de novo, o cântico do Natal, como de repetido
na pauta dos astro:

- Glória a Deus nas alturas e boa vontade para com os homens!...
Feliz Natal

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

FALA EM PAZ

Justo lembrar que a voz humana está carregada de vibrações.
Esforça-te por evitar os gritos intempestivos e inoportunos.
Uma exclamação retumbante equivale a uma pedrada mental.
Se alguém te dirige a palavra em tom muito alto, faze-lhe o obséquio de responder em tom mais baixo.
Os nervos dos outros são iguais aos teus; desequilibram-se facilmente.
Discussão sem proveito e desperdício de forças.
Não te digas sofrendo esgotamento e fadiga para poder lançar frases tempestuosas e ofensivas; aqueles que se encontram realmente cansados procuram repouso e silêncio.
Se te sentes à beira da irritação, estás doente e o doente exige remédio.
Barulho verbal apenas complica.
Pensa nisso: A TUA VOZ É O TEU RETRATO SONORO.
Emmanuel/Chico Xavier - CALMA

Lições que a vida nos ensina

Pão velho

Era um fim de tarde de sábado. Eu estava molhando o jardim da minha casa,
quando vi um menino parado junto ao portão, me olhando.
- Dona, tem pão velho? - perguntou ele.

Essa coisa de pedir pão velho sempre me incomodou... Olhei para aquele
menino tão nostálgico e perguntei:
- Onde Você mora?
- Depois do zoológico.
- Bem longe, hein?
- É... mas eu tenho que pedir as coisas para comer.
- Você está na escola?
- Não. Minha mãe não pode comprar material.
- Seu pai mora com vocês?
- Ele sumiu...

E o papo prosseguiu, até que eu disse:
- Vou buscar o pão. Serve pão novo?
- Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, isso é suficiente.

Esta resposta caiu em mim como um raio. Tive a sensação de ter absorvido
toda a solidão e a falta de amor daquela criança. Tão nova e já sem sonhos,
sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitada de um papo,
de uma conversa amiga.

Quantas lições podemos tirar desta resposta:
"Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, isso é suficiente!"

Que poder mágico tem o gesto de falar e ouvir com amor! Os anos se
passaram e continuam pedindo “pão velho" na minha casa...
E eu dando "pão novo",
mas procurando antes compartilhar o pão das pequenas conversas,
o pão dos gestos que acolhem e promovem.

Este pão de amor não fica velho, porque é fabricado no coração de
quem acredita Naquele que disse: “Eu sou o pão da vida!

” Verifique quantas pessoas talvez estejam esperando uma só palavra sua....

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

ORAÇÃO SEM NOME

Escuta Deus:
Jamais falei Contigo. Hoje quero saudar-te.
Bom Dia! Como vais?
Sabes? Disseram-me que Tu não existias, e eu tolo, acreditei que era verdade.
Nunca havia reparado a Tua obra. Ontem à noite, da trincheira rasgada por granadas, vi Teu céu estrelado e compreendi então que me enganaram.
Não sei se apertarás a minha mão, vou Te explicar e haverás de compreender. É engraçado, neste inferno hediondo achei a luz para enxergar o Teu rosto.
Dito isto, já não tenho muita coisa e Te contar, só que... Tenho muito prazer em conhecer-Te.
Faremos um ataque à meia-noite. Não sinto medo.
Deus, sei que Tu velas... Ah! É o clarim! Bom Deus, devo ir embora. Gostei de Ti... Vou ter saudade... Quero dizer, será cruenta a luta, bem o sabes, e esta noite pode ser que eu vá bater-Te à porta. Muito amigos não fomos, é verdade. Mas... Sim, estou chorando! Vê Deus, penso que já não sou tão mau. Bem Deus, tenho que ir. Sorte é coisa bem rara, juro, porém que já não receio a morte.



Esse poema foi encontrado em pleno campo de batalha, no bolso de um soldado americano desconhecido. Do rapaz estraçalhado por uma granada, restava apenas intacta, esta folha de papel.